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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

 

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sábado, 6 de março de 2010

Humanização pode causar gastrite em pets
Alimentação do dono não deve entrar no cardápio dos animais

Alimentação inadequada é um dos principais fatores para problemas como gastrite

Crédito: Sakura / Flickr

Pizza, frituras, doces e até refrigerantes. Acredite você ou não, esses são alguns dos quitutes dados aos animais de estimação. Não é à toa que casos de obesidade, como o do Border Collie Taz, no Reino Unido, têm se tornado cada vez mais comuns. Mas além do sobrepeso, outro problema com a humanização de cães e gatos é a já conhecida gastrite.

De acordo com matéria da “Veja Online” a alimentação inadequada pode gerar também dependência e ansiedade nos animais. Vale lembrar que outros fatores podem levar ao quadro de gastrite, como o uso de medicamentos fortes, por exemplo, alergia a determinado alimento, ou a ingestão de um corpo estranho, como brinquedos.

Um dos indícios de que o cão ou gato pode estar sofrendo de problemas gástricos é a atitude de comer plantas ou a grama do jardim. No entanto, nem todo o cão que come matinho está com problemas, então, é importante que o dono observe outros comportamentos do animal. Se o bicho estiver amuado, tiver vômitos ou fezes moles demais, melhor levar ao veterinário para tirar qualquer dúvida.

Ainda de acordo com o site, o tratamento para gastrite, geralmente, é baseado em alimentação pobre em gorduras e que facilite a digestão, além de medicamentos específicos. O veículo destaca, no entanto, que é totalmente desaconselhado ministrar medicamentos ao animal, sem antes passar por um profissional. Apenas um médico veterinário poderá realizar os exames adequados para chegar a um diagnóstico seguro.

Fonte: petmag.uol.com.br


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In Memoriam: Daddy the Pit Bull

Cesar Millan, all his family and friends, his staff and volunteers, and dog lovers all around the world today will mourn the passing of one of the most loyal, trusting, well-balanced, and influential pit bull ambassadors the world has ever known. Daddy, Cesar’s longtime friend and partner in canine rehabilitation, died peacefully surrounded by family on Friday the 19th of February. He was sixteen years old.

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Famosos em prol dos cães abandonados

Dando continuidade ao sucesso da ação idealizada e organizada por Alexandre Herchcovitch no último mês de dezembro, a loja À La Garçonne e o programa Pedigree Adotar é tudo de bom realizam mais uma venda especial cheia de estilo e solidariedade, que irá ajudar a mudar a triste realidade dos mais de 20 milhões de cachorros abandonados que vivem no Brasil.
  
O grupo especialíssimo, convidado pelo embaixador da campanha Alexandre Herchcovitch, e formado pelo idealizador da São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, ao lado do também já embaixador da causa Ara Vartanian e sua esposa Sabrina, colocará itens pessoais de seus guarda-roupas à venda, com renda total revertida para a causa dos cães abandonados.

Ainda compõem esse verdadeiro esquadrão de personalidades, a modelo Luciana Curtis, o fotógrafo Henrique Gendre, a estilista, empresária e proprietária da NK Store Natalie Klein, o estilista Tufi Duek e o DJ Zé Pedro.
  
Vestido diane von furstenberg Luciana Curtis (R$ 120,00).

A venda especial dos itens pessoais dos sete novos parceiros da campanha Pedigree Adotar é tudo de bom terá início amanhã (06/03).  A ação será abrigada mais uma vez em um espaço exclusivo da loja À La Garçonne do estilista e também parceiro da causa, Fábio Souza. “É muito bom ter ao nosso lado pessoas especiais como estas, que abriram mão de alguns de seus itens pessoais para conscientizar sobre a causa e ajudar a mudar a realidade dos animais abandonados”, conta Cynthia Schoenardie, gerente responsável pelo programa Pedigree Adotar é tudo de bom.
  
Calça jeans Forum – Tufi Duek (R$ 80,00).
Entre as quase 300 peças poderão ser encontradas roupas de diversas marcas, como bolsas Louis Vuitton de Natalie Klein, 40 óculos do DJ Zé Pedro que eram usados em seus shows, um smoking do Ara Vartanian e mais uma variedade de objetos pessoais.

Para 2010, estão ainda programadas outras vendas especiais, todas com a venda de objetos pessoais de celebridades que abraçaram o programa Pedigree Adotar é tudo de bom. “Outros nomes de peso já estão confirmados, mas ainda em sigilo”, revela Cynthia.

Sem prazo específico para acabar, o programa Pedigree Adotar é tudo de bom continuará reforçando a importância da causa dos cachorros abandonados. Já em seu segundo ano de campanha, a ação acumulou novas estratégias, parceiros e uma série de atividades que ajudaram a promover até aqui a adoção direta de 9.181 cachorros abandonados.


Fonte: promoview.com.br


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quarta-feira, 3 de março de 2010

Oportunidade? Cães têm personal dog, joias e até convites para eventos sociais
Exageros à parte, serviços para animais estão cada vez mais valorizados

03/03/2010 - Flávio Dilascio, Jornal do Brasil



RIO - Diz a sabedoria popular que o cachorro é o melhor amigo do homem. Para algumas famílias, porém, esta relação vai muito além. Nos últimos anos – principalmente na alta sociedade carioca –, o cão vem se tornando parte integrante de vários lares, levando vidas semelhante às de seus donos. Os bichinhos possuem tanta importância que seus donos não pensam na hora de economizar na hora de cuidar de seus “filhos”.

– Já que as ruas da nossa cidade são muito sujas, decidi comprar uma esteira para a nossa cachorrinha caminhar por cerca de 15 minutos por dia – diz o cerimonialista Ricardo Stambowsky, uma das personalidades mais conhecidas da alta sociedade carioca.

Há seis anos, ele e sua esposa, Suely, trouxeram para a casa a pequena Chloé, uma cadela da raça daschund. Em pouco tempo, a cachorra virou o xodó da família, recebendo todos os tipos de mimos.

– Decidi ter uma cadela da raça dela ao ver uma daschund na casa de uns amigos em Nova York. Quando voltamos ao Brasil, decidimos comprar uma e posso dizer que ela mudou a vida de nossa família ao chegar aqui – afirma a socialite Suely Stambowsky.

Por ser membro de uma família tradicional, Chloé só veste roupas de etiqueta e possui uma casinha personalizada, onde repousa durante o dia.

– Esta casinha foi um presente do nosso amigo decorador Leonardo Araújo. Ela gosta muito de ficar lá, mas à noite ela dorme com a gente na cama – revela Ricardo.

Todas as quintas-feiras, Chloé tem aulas com um adestrador, que a ensina a fazer posições específicas e a distinguir suas dezenas de brinquedos.

– A Chloé não se dá muito com cachorros, pois ela pensa que é gente. Ela só se dá bem com as cachorras da minha prima – revela Suely, que diz que a cadela participa dos eventos sociais em sua residência.

Outra canina das mais famosas do Rio é a cadela da raça pug, Perepepê, da socialite Vera Loyola. Com 9 anos, ela é a única “filha canina” da empresária, já que sua outra xodó, a cadela Pepezinha faleceu em 2002. Perepepê – que sofre atualmente de diabetes – ficou famosa ao “doar” um colar de ouro (18 quilates) ao programa Fome Zero no início do governo Lula, em 2003.

– Gosto dos animais, pois acho eles uma companhia maravilhosa. A Perepepê é como se fosse minha filha – afirma Vera, que lamenta que sua cadela tenha de tomar doses diárias de insulina e retirar sangue da orelha para tratar da diabetes.

Cães têm acesso à mais variada gama de serviços

A grande devoção da população brasileira pelos cachorros fez crescer a oferta de serviços para quem tem o animal em casa. Antes resumidos a adestramento e medicina veterinária, os serviços hoje contam com atividades antes restritas a humanos, como hidromassagem, psicologia, dermatologia, acupuntura e ultrassonografia.

Um destes templos caninos é a clínica veterinária e pet shop Animália, no Itanhangá. De propriedade dos empresários Frances Marie Tims e Renato Campelo Costa, a clínica costuma atrair muitos famosos, que levam seus cãezinhos ao local para usufruírem dos benefícios.

– Tratamos dos cães do Miguel Falabella, Suzana Vieira, Nívea Maria e Reginaldo Faria, além de vários outros famosos. Recebemos gente de todas as partes da cidade, inclusive de fora do Rio – comenta Frances Marie, que comemora o seu sucesso no negócio. – Criamos a empresa há 15 anos e, de lá para cá, a coisa mudou muito, pois passamos a ter de ofertar mais serviços, pois a concorrência aumentou. Hoje o cliente procura algo mais especializado para o seu animal.

Na Zona Sul, também há uma grande oferta de serviços para cães de estimação. Uma delas é a Clínica Veterinária Pet Shop Boy, no Leblon, que, diferentemente na Animália, possui um estilo mais tradicional de atendimento.

– Aqui só fazemos consulta veterinária e banhos. As consultas custam R$ 85. Os banhos variam entre R$ 22 e R$ 70 – afirma o dono da Pet Shop Boy, Marcelo Waksman.

Nada se compara, entretanto, à criatividade da ex-dublê Mônadda Kiin, que criou, há dois anos, o serviço de personal dog. Com preços que variam entre R$ 250 e R$ 350 por mês, ela ensina noções básicas aos animais em uma hora diária – de segunda a sexta – de passeios pela Zona Sul.

– Como tenho facilidade para ensinar, ensino coisas básicas aos cachorros, como não urinar em locais inadequados. Faço ainda simulações do dia a dia para que o animal desenvolva dons que ele esteja pré-disposto a desenvolver – diz Mônadda, que atende atualmente 20 cães.

– Todo cérebro quer sempre aprender, seja humano ou animal – explica.

Rio terá parque temático para cachorros até o fim do ano

A Prefeitura do Rio pretende instalar, até o final deste ano, 15 parques específicos para cachorros, nos moldes do existente na Lagoa Rodrigo de Freitas, na altura do Corte do Cantagalo. Os logadouros terão brinquedos específicos, pontos de água e porta fezes com sacos plásticos biodegradáveis. Até o fim do ano, será inaugurado também um parque temático canino, na Barra da Tijuca. A iniciativa é do diretor de projetos especiais da Secretaria de Defesa dos Animais, Marco Antônio “Totó”. O parque será particular.

– Há uns 20 ou 30 anos, o cachorro vivia no quintal de casa. Hoje, é necessário mais opções, pois o mercado mudou e os donos dos bichos estão mais exigentes – explica Totó.

O parque temático – que ganhará até uma praia artificial – terá 22 mil metros quadrados e poderá receber até 400 cães simultaneamente. Os preços das diárias serão R$ 30 para cachorros médios e grandes e R$ 20 para animais pequenos. Os proprietários que quiserem acompanhar seus bichos terão de pagar R$ 5.

– Teremos ainda pista de agility (hipismo canino), adestramento, day care, ofurô, salão de festas para aniversário de cães, stands de exposições e lançamentos do mercado, passeio rústico, áreas de lazer e piquenique – enumera o empresário.

Democratização dos parques

Segundo Totó, uma comissão formada por membros da Secretaria Municipal do Meio Ambiente têm percorrido praças em diversas localidades do Rio, com o intuito de democratizar as áreas de lazer para cães.

– Uma coisa é certa: teremos parques para cachorros em todas as regiões da cidade, pois os caninos são os melhores amigos dos homens de todas as classes. Esta é uma demanda crescente, sem dúvida.

Fonte: incorporativa.com.br


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